É o dever de todo músico, cantor ou compositor conhecer as Escrituras

Estamos vivendo um momento dificílimo quando pensamos em música cristã, isso porque os músicos e cantores da atualidade não veem ou negligenciam o estudo das Escrituras, o resultado são músicas anticristãs ou canções que trazem consigo heresias que afetam as doutrinas básicas do cristianismo. Se você fizer uma observação nas músicas e cantores contemporâneos chegará a conclusão de quão difícil está de distinguir o que é cristão ou não, isso porque os cantores da atualidade trazem consigo os padrões do mundo e querem aplicar dentro das reuniões dos santos. As letras musicais antes de serem cantadas devem passar por uma extensa avaliação bíblica para então podermos chegar a conclusão do que é cristão ou não.
Eu lamento profundamente que tenhamos chegado a esse estágio tão difícil para a nossa fé, isso porque esses cantores são o centro de uma polifonia discursiva, influenciam, os jovens e novos convertidos olham pra eles como referência, mas qual será o resultado disso se eles em sua maioria são analfabetos de Bíblia? Qual será o resultado disso se eles em sua maioria preferem em seu discurso agradar o mundo do que confrontar?
Precisamos de um novo reavivamento, que surjam músicos cantores que não estejam preocupados com a aceitação do mundo, mas com a aceitação de Deus e a sua glória.
- Matheus Fernandes



É O NATAL UMA FESTA PAGÃ?

Será que o Natal é uma festa nada cristã, ou, de origem germânica-pagã? Os inimigos da fé cristã afirmam isso. Vamos a fundo, perguntamos a um que deve saber, é o Pastor Thomas Gandow, especialista em seitas.
“Todo ano somos “agraciados” pelas seitas de “proibição do Natal”, como Testemunhas de Jeová, ou os inimigos do consumismo com as estorinhas sobre a origem do Natal. Mas também os neo-pagãos querem se aproveitar para puxar a brasa para as suas sardinhas. Estas suposições nasceram durante o Terceiro Reich de Adolf Hitler, com as suas filosofias, mistificando o germanismo, tentando originar todas as tradições de Natal de raízes pagãs. Estas estorinhas sobreviveram até hoje, embora os antropólogos já tenham descartado a “síndrome de germanismo”.
Afirma-se que até as velas na árvore de Natal seriam um culto de luzes aos mortos. Na crença pagã a respeito dos mortos, as luzes serviram aos espíritos dos mortos, que vieram de visita sempre ao final de ano, para mostrar o caminho para casa. A igreja teria dado outra interpretação, simbolizando as velas à vinda de Cristo.
Só que a história mostra que o processo foi bem o inverso: Foram os nacional-socialistas da Alemanha do século passado que tentaram dar outro sentido à festa de Natal, fazendo do Natal familiar uma festa para lembrar dos tombados na guerra e dos outros mortos, depois que quase todas as famílias tinham alguém que tombou na 2ª guerra mundial.
Além disso seria difícil achar velas nas casas dos velhos germanos: o que se usava para iluminar a casa era resina, óleo de bacalhau ou sebo. Foram os mosteiros cristãos que trouxeram a vela à Alemanha. Este artigo de luxo servia no início somente ao uso nas igrejas.
O costume de luzes no Natal tem a sua origem na festa das luzes judaica. No candelabro de Chanuca, que tem oito braços em vez dos sete da Menora, se acende cada dia uma luz a mais até, no oitavo dia, todas as luzes estarem acesas. O candelabro deve estar num lugar visível de fora. Também as janelas são iluminadas, as portas ficam abertas e não se trabalha, mas se brinca. Estas luzes, símbolo de alegria, foram adotadas pelo cristianismo, simbolizando alegria e hospitalidade, mas também a verdade da parábola sobre a providência das cinco virgens prudentes, de não deixarem faltar o óleo para as suas lâmpadas.
Diz-se que o imperador Aureliano inventou o Natal, pois teria sido ele que, no ano de 274, colocou a data para o Natal no dia 25 de dezembro, festa do “deus de sol invicto”, a igreja teria dado a esta data outra interpretação. Também, com muita habilidade, a igreja teria colocado a festa de Natal na data do solstício do inverno. O imperador Aureliano reinou de 270 a 275 e pode-se duvidar que em apenas cinco anos de reinado ele conseguiu estabelecer no seu império uma tradição permanente de uma festa. Alguns entendidos acham que ele escolheu esta data para frustrar a festa cristã já estabelecida.
Já no ano de 155, Justino menciona a caverna e a manjedoura em Belém. Origines escreveu no ano de 248, que todo mundo em Belém, até os pagãos, poderia mostrar a caverna, onde Cristo nasceu e a manjedoura em que ele foi colocado. Foi ali que começou a lembrança festiva e um culto, que tinham o seu alicerce no relato de Lucas (Lucas 2:1) que estava ao alcance das igrejas desde o final do século 1º.
Em todo caso, a festa de Natal chegou pronto à Alemanha. Pelo menos desde o ano de 200 (em Mogúncia) se lia o Evangelho do nascimento do Salvador e comemorava-se a festa de Natal. Desde o ano de 381, por decisão de um Concílio, se comemora o Natal no dia 25 de dezembro. O Sínodo de Mogúncia, em 813, tornou Natal em uma festa geral da igreja na Alemanha, uma festa de quatro dias. E não se tomava como data a festa pagã do solstício do inverno, pelo contrário: Foi somente no ano de 940, portanto na Idade Média, que Hakon o Bom, da Suécia, transferiu a festa do solstício do inverno da segunda metade de janeiro para o dia 25 de dezembro.
É fato que o cristianismo se orientou na questão de suas festas em delimitação e aceitação de festas anteriores, mas não de festas pagãs, e sim, de festas judaicas: Assim, o sábado e a páscoa dos judeus se tornaram o domingo e a páscoa dos cristãos, ambos festas da ressurreição. Da festa das primícias, sete semanas após páscoa, surgiu a festa de pentecostes. Somente a terceira festa principal, a dos tabernáculos não entra na lista de festas cristãs. Mas entra uma outra festa judaica, que é uma festa de consagração do templo. A igreja se baseou, até na data, em trechos bíblicos que falam da consagração do templo, começando com a promessa dada a Zorobabel (Ageu 2:18) até aos livros apócrifos de Macabeus (1 Mac 4:50-59 e 2 Mac 1:18), narrando a introdução da festa judaica das luzes, “Jom Chanuca” no dia 25 do mês Kislew. O Jom Chanuca, dia da consagração, se tornou, até na data, a festa da consagração do novo templo, que não foi feito por mãos humanas, a festa do nascimento de Cristo.
Até Papai Noel entra na história para provar que a festa seria de origem pagã. Papai Noel é somente o São Nicolau que foi colocado na data de Natal. O Santo das escolas peregrinou da festa (católica) de fim das aulas e festa na igreja no dia 6 de dezembro para ser Papai Noel que traz presentes no Natal, nos lares evangélicos.
A Árvore de Natal seria uma árvore de fim do ano. Mas também aqui os estudiosos em história nos ajudam: Nos séculos 17 e 18 surgiu a árvore de Natal por preocupações pedagógicas entre os evangélicos, assim como, mais tarde a coroa de advento. Hoje se sabe, que a árvore de Natal é um requisito das apresentações de peças de Natal da época pós-reforma. Nestas apresentações, esta árvore servia para simbolizar a árvore do paraíso, mas também a árvore da cruz do Salvador. Nós, cristãos, não adoramos árvores, mas celebramos no Natal que o Senhor Jesus Cristo reabriu o paraíso restabelecendo a comunhão com Deus.
Traduzido de uma revista crista Alemã, pelo missionário Manfred Gunman a mais de 40 anos no brasil trabalhando cm dependentes quimicos



"Deus tem o lápis do destino, mas o homem tem a borracha das decisões" Tiago Brunet

O Grave erro Teológico
"Deus tem o lápis do destino, mas o homem tem a borracha das decisões" Tiago Brunet
Sim, essa foi a afirmação do Tiago Brunet em uma de suas pregações. A categoria em que eu coloco essa afirmação é na dos "Graves erros teológicos" se não um erro infantil. O grande problema de não fazer uma pregação expositiva é a margem que é dada a esses tipos de erros baseado no achismo e nas perspetivas humanas, lê apenas um versículo (o que já abre margem para uma heresia dita) e escolhe um tema na qual deseja falar.
O problema dessa afirmação é que ela se opõe a soberania de Deus. Qualquer afirmação nossa tem que está dentro de um sincronismo lógico das sagradas escrituras, de forma que elas possam se harmonizar.
Deus é soberano ( Dt 10.17), ELE domina sobre tudo que existe (Sl 103.19), se ELE é Soberano e domina tudo que existe, é ELE mesmo quem decreta (Lm 3.37,38). Há algumas passagens Bíblicas que fala sobre "Os planos de Deus"(Sl 33.1; At 2.23), como o próprio Tiago Brunet disse "Deus não decreta, ELE faz planos", o erro dele é que, apesar da designação, tudo está relacionado ou se refere ao decreto de Deus.
Na confissão de fé de Westminster no capítulo 3, pag 5 está escrito:  “Desde toda a eternidade, Deus, pelo muito sábio e santo conselho da Sua própria vontade, ordenou livre e inalteravelmente tudo quanto acontece".
Jonathan Edwards diz: “A Vontade de Deus é suprema subjugada a si mesmo, e independente de qualquer coisa fora de si mesmo, estando em TUDO  determinada apenas pelo seu próprio Conselho, seguindo nada mais que não seja somente a Sua sabedoria”.
Porque o Senhor dos Exércitos o determinou; quem o invalidará? E a sua mão está estendida; quem pois a fará voltar atrás?” - Isaías 14:27.> Segundo Tiago Brunet, o homem pode invalidar.
É ele que faz crescer o pasto para o gado, e as plantas que o homem cultiva, para da terra tirar o alimento:” - Salmos 104:14.
Portanto, amados, a ideia de fazer de Deus apenas um sonhador e do Homem soberano é totalmente antibiblica e se não infantil. ELE é Rei (Sl 47.7) e nós somos servos.
- Matheus Fernandes
Pregação do Tiago Brunet  https://m.guiame.com.br/gospel/pregacoes/tiago-brunet-deus-planejou-nosso-destino-mas-nossas-decisoes-podem-altera-lo.html





Nossa esperança é a sua vinda

Olhe para este mundo, veja o que ele se transformou por causa do pecado e lamente por isso. Há morte, fome, guerras e todo tipo de injustiça social. Mas, em meio a essa turbulência o cristão pode ter paz, porque o nosso Deus é um Deus de paz (Rm 15.33; 2 Co 13.11), Karl Marx não entendia isso e dizia "A religião é o ópio do povo" , mas eu sei que a mensagem da cruz é loucura para aqueles que estão sendo destruídos, mas para nós que somos salvos é o poder de Deus (1 Co 1.18).
A paz de Cristo nos traz conforto em meio a guerra e uma esperança ... que tudo isso que estamos passando aqui é temporário, passageiro, pois eu sei que há uma eternidade com Cristo, um Reino preparado desde a fundação do mundo (Mt 25.34) e lá sei que Deus limpará de nossos olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas (Ap 21.4).
Sendo assim, faz todo sentido cantarmos o hino de N° 300 da nossa harpa cristã:
Nossa esperança é Sua vinda
O Rei dos reis vem nos buscar;
Nós aguardamos, Jesus, ainda,
Té a luz da manhã raiar.
- Matheus Fernandes


Pregadores de Rosas

As pregações pós moderna na tentativa de agradar e ser simpatizante do mundo tem trazido uma mensagem que agrada e conforta sociedade até mesmo em pecado. Trazem uma visão apenas de Deus, ou apenas uma verdade sobre ELE, dizendo ser um Deus de amor. Não é errado dizer isso, visto que ELE é amor ( I Jo 4.8), mas errado é esconder um todo desse Deus na tentativa de agradar o mundo. Deus é Sábio (Jó 12.13; Sl 147.5) Santo (Hc 1.12; Ap 4.8), Misericordioso (Ef 2.4-5) Bondoso ( II Cr 30.18; Sl 86.5) e Justo (Sl 11.7; Dn 9.7; At 17.31). Além desses atributos comunicáveis de Deus, há algo que quero mostrar a vocês que não tem sido falado nos púlpitos para não machucar o ego dos ouvintes. A Ira de Deus. Arthur W. Pink disse que,  "A ira de Deus é uma perfeição do caráter divino sobre a qual precisamos meditar com freqüência. Primeiro, para que os nosso corações fiquem devidamente impressionados com a ojeriza de Deus pelo pecado e Segundo, para produzir em nossas almas um verdadeiro temor de Deus."
  "Portanto, já que estamos herdando um Reino inabalável, sejamos agradecidos e, desse modo, adoremos a Deus, com uma atitude aceitável, com toda a reverência e temor,
porque o nosso “Deus é fogo consumidor!”
(Hb12. 28-29)
A idolatria é um motivo para a ira divina ( Sl 78.56 - 66)
Martinho Lutero disse: Idolatria não é só adorar imagens, mas também confiar na justiça, obras e méritos próprios.
A ira de Deus é direcionada aqueles que não seguem a sua vontade ( Dt 1. 26-46; Js 7.1; Sl 2. 1-6)  Os profetas falaram sobre um futuro "O dia da ira" (Sf 1. 14-15)
A ira de Deus contra o pecado e a desobediência devem ser pregado, Deus é Santo, e odeia aquele que pratica o mal (Sl 5.5) Deus odeia o pecado e também o pecador.
No novo testamento, a história do rico e Lázaro fala sobre as consequências que recaem sobre o pecador que não se arrepende ( Lc 16.19 -31)
"Quem crê no Filho tem a vida eterna; aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele.”
(Jo 3.36) Observe que está tudo no tempo presente, a ira "permanece", ou seja, já estava e continua estando.
O que os pregadores de hoje dizem é completamente diferente do que os Puritanos diziam: Hoje eles dizem "Deus não é um Deus irado" quantas vezes já ouviu isso? Será que é isso? Vamos ver: Deus é juiz justo, um Deus que se ira todos os dias (Sl 7:11).
Diga que Deus é amor, mas que esse Deus amoroso odeia, diga que Deus é misericórdia, mas esse Deus misericordioso  está irado.
Portanto amados, essa é a mensagem do Evangelho: Aqueles que se arrependem e confessa a Cristo como senhor  não vê mais a face da ira de Deus, mas o seu amor, mas aqueles que não se arrependem permanece sobre ele a ira de Deus e não é chamado de seu filho, mas filho da ira. Pense duas vezes antes de dizer que todos são filhos de Deus, os filhos de Deus são aqueles que por meio do seu sangue ELE comprou, de modo que, nenhuma gota do seu sangue foi derramado em vão, aqueles que ele comprou ELE terá.
- Matheus Fernandes


Nunca mais vai ser ouvido outro conto de amor.



Dentre muitos hinos da harpa cristã, há um que eu mais admiro e amo ouvir, principalmente nas reuniões dos santos, onde todos estão reunidos juntos para entoar louvores ao Deus eterno em forma de gratidão pelo milagre da salvação. Falo do hino 322(As santas Escrituras).
Quem está familiarizado com as literaturas de amor, como a de Romeu e Julieta de William Shakespeare, O morro dos ventos de Emily Bronte, Orgulho e preconceito de Jane Austen, O amor nos tempos do Cólera de Gabriel García Márquez, Anna Karenina de Lev Tolstói, Doutor Jivago de Boris Pasternak e etc, sabe o quão belo são essas literaturas, que muita das vezes ficávamos envolvidos lendo e relendo aquela história ao ponto de fantasiar todos os acontecimentos em nossa mente e de muita das vezes até chorar no final da leitura. Mas, nenhuma dessa literaturas citadas acima ( que são as maiores histórias de amor de todos os tempos) consegue ser comparado ao maior conto de amor que as Escrituras nos revela, onde o Deus eterno, por sua infinita graça pujante envia o seu próprio filho para ser crucificado no madeiro e nos livrar de uma ira vindoura.
"Vejam, como é grande o amor que o pai nos concedeu: sermos chamados filhos de
Deus, o que de fato somos!"
(
1Jo 3.1).
Antes estávamos condenados (
Rm 5.12), Hoje, por esse amor, em Cristo estamos justificados, (Rm 5.18), Antes estávamos mortos (1 Co 15.22), hoje, por esse amor, em Cristo, estamos vivificados pela graça mediante a fé (Ef 2.8; Jo 5.24),
Estávamos perdidos (
Ef 2.11-13), mas por esse amor, Jesus nos achou (Lc 19.10), tudo isso por amor.
Santos, você não encontrará nenhuma outra literatura que fale de amor ao menos parecida com o conto de amor das Sagradas Escrituras, ela é única e incomparável.
"Nunca mais vai ser ouvido
Outro conto de amor, 


Que converta um perdido,
E rebelde pecador,
Como o santo Evangelho,
Que nos fala de perdão,
E transforma o homem velho
Numa nova criação
." Harpa Cristã 322

- Matheus Fernandes

Fazer o certo com a motivação errada

Aquele que faz o certo pela motivação errada engana a si mesmo pensando que passará desapercebido do Deus eterno. ELE  sonda os nossos corações (Jr 17.10) e julga as nossas motivações (Pv 21.2).
Deus repudia toda prática antropocêntrica (Homem no centro), visando a própria glória, mérito ou reconhecimento pra si (Mt 6.2), O apóstolo Paulo nos ensina que não devemos fazer nada por partidarismo ou vangloria (Fp 2.3), isso porque ele estando preso verificou que, alguns da Igreja de Filipos anunciavam a Cristo movido pelas intenções erradas, por inveja e rivalidade (Fp 1.15).
Portanto, tudo que se faça, todas as práticas, sejam elas de caridade, pequenos gestos de carinhos, gentileza ou qualquer boa ação, seja Cristo e a glória dELE por motivação, porque esse é o real sentido e motivo de todas as nossas belas práticas.
Assim, seja comendo, seja bebendo, seja fazendo qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus. (1 Coríntios, 10.31)

- Matheus Fernandes

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